terça-feira, 9 de agosto de 2016

BOEING 787 DREAMLINER


787 Dreamliner da Boeing traz novas soluções para companhias aéreas e passageiros

Respondendo à grande preferência das companhias aéreas do mundo todo, a Boeing Commercial Airplanes lançou o 787 Dreamliner, uma aeronave super eficiente. Uma equipe internacional de grandes empresas aéreas estão construindo a aeronave, lideradas pela Boeing, em sua unidade de Everett, perto de Seattle, no estado de Washington.

Desempenho sem igual

O 787-8 Dreamliner tem capacidade para 210 a 250 passageiros em rotas de 14.200 a 15.200 km e o 787-9 Dreamliner acomodará de 250 a 209 passageiros em rotas de 8.000 a 8.500 km.
Além de trazer o alcance das aeronaves de grande porte às aeronaves de médio porte, o 787 oferece uma inigualável economia de combustível, resultando num desempenho ambiental excepcional. A aeronave consome 20% menos combustível do que as aeronaves do mesmo tamanho. Ela também voará a uma velocidade semelhante à das aeronaves de fuselagem mais larga, ou seja, Mach 0,85. As companhias aéreas usufruirão de uma maior capacidade de geração de renda com o transporte de cargas.
Os passageiros também verão melhorias no 787 Dreamliner, desde o ambiente interno, com maior nível de umidade, ao maior conforto e conveniência.

Tecnologia avançada

O segredo do desempenho excepcional do 787 Dreamliner é um conjunto de novas tecnologias desenvolvidas e adotadas na aeronave.
Materiais compostos formam 50% da estrutura principal do 787, inclusive a fuselagem e as asas.
Uma arquitetura moderna de sistemas é o centro do design do 787. Ela é mais simples do que a das aeronaves atuais e oferece uma maior funcionalidade e eficiência. A equipe incorporou, por exemplo, sistemas de monitoramento da saúde da aeronave, que permite à aeronave automonitorar e comunicar a necessidade de manutenção dos sistemas aos computadores em terra.
O 787 usa os novos motores da General Electric e da Rolls-Royce. Os avanços na tecnologia dos motores são os grandes responsáveis pela maior economia de combustível. Os novos motores representam virtualmente um salto de duas gerações na tecnologia voltada ao meio do mercado.
O processo de design e construção do 787 adicionou outras melhorias que gerarão eficiência. Novas tecnologias e processos foram desenvolvidos para ajudar a Boeing e seus fornecedores a obter ganhos em eficiência. Por exemplo, a manufatura de uma seção de fuselagem em uma só peça eliminou 1.500 chapas de alumínio e 40.000 a 50.000 fixadores.

Progresso contínuo

O programa 787 foi lançado em abril de 2004, com um pedido recorde da All-Nippon Airways. Sessenta clientes de seis continentes colocaram pedidos para 873 aeronaves no valor de $ 180 bilhões, fazendo desse o lançamento mais bem sucedido de uma nova aeronave comercial na história da Boeing. O programa 787 inaugurou sua unidade de montagem em Everett em maio de 2007. O primeiro voo do 787 Dreamliner ocorreu em 15 de dezembro de 2009.
Mais de 50 entre as principais e mais capazes fornecedoras de primeira classe do mundo estão trabalhando com a Boeing para trazer inovação e especialização ao programa 787. Essas fornecedoras estão envolvidas desde a fase de desenvolvimento inicial do programa e estão conectadas em, aproximadamente, 135 localidades no mundo inteiro. A primeira entrega do 787 à ANA ocorreu em 25 de setembro de 2011.






CÉUS CAVOK A TODOS VOCÊS!

BOEING 777-300/200 ER-LR


Este é o momento certo para ampliar o seu sucesso

A combinação exclusiva do Boeing 777 de alcance superior, eficiência de combustível excepcional e de conforto aclamado pelos passageiros criou um sucesso duradouro para empresas aéreas em todo o mundo. E agora o 777-300 dá às companhias aéreas a oportunidade perfeita para ampliar este sucesso. Atualizações reduzem ainda mais os custos e aumentam as receitas. Além disso, agora é o momento ideal para contribuir para esse êxito, no ar e nos resultados. O 777-300ER torna cada frota em uma frota rentável. É um jeito melhor de voar.
A experiência de voo no 777 continua a ser considerada a melhor pelos passageiros. Uma frota mais rentável e passageiros mais satisfeitos. Trata-se de um jeito melhor de viajar.

Uma família completa – ampla cobertura do mercado e padronização

Desde a entrada da aeronave 777 em serviço em junho de 1995, a Boeing expandiu a família 777 para incluir cinco modelos de passageiros e uma versão para cargas. O benefício para as companhias aéreas está na oferta de uma família de aeronaves com ampla cobertura do mercado e padronização.
O 777 acomoda de 301 a 368 passageiros numa configuração de três classes, com alcance de 9.700 km a 17.395 km.
O 777-200 transporta 305 passageiros com alcance de até 9.700 km. O 777-300 transporta 368 passageiros com alcance de até 11.120 km. O 777-200ER (Extended Range) tem capacidade para  301 passageiros com alcance de até 14.305 km.
Visando oferecer maior flexibilidade às companhias aéreas em rotas sem escala, a Boeing lançou duas novas aeronaves 777 de maior alcance. Em maio de 2004, a Boeing entregou o primeiro 777-300ER, que acomoda 365 passageiros e tem alcance de 14.658 km. Em fevereiro de 2006, a Boeing entregou o primeiro 777-200LR Worldliner (Longer Ranger), que transporta 301 passageiros e tem alcance de até 17.395 km. O 777-200LR, jato comercial de maior alcance do mundo, consegue conectar quaisquer dois pares de cidade no mundo inteiro.
Em maio de 2005, a Boeing lançou o 777 Freighter. Com base na plataforma do 777-200LR, o 777 Freighter voa 9.070 km com carga total nos volumes gerais do mercado de cargas - o que faz dele o avião de cargas com dois motores de maior capacidade do mundo. A aeronave entrou em serviço em fevereiro de 2009.

Design das asas

O avançado design das asas do 777, com envergadura de 60,9 m, realça a sua capacidade de atingir velocidades de cruzeiro mais altas, atingir maiores altitudes mais rapidamente e voar mais alto do que as aeronaves da concorrência. Isso também possibilita à aeronave transportar a capacidade total de passageiros a partir de aeroportos em locais elevados e com altas temperaturas.
As pontas enflechadas das asas de 1.9 m foram adicionadas ao 777-200LR e ao 777-300ER para aumentar a eficiência aerodinâmica geral da asa. As pontas enflechadas da asa ajudam a reduzir o comprimento do campo de decolagem, aumentam o desempenho na subida e reduzem a queima de combustível.

Dois motores – Econômico no combustível, silencioso e confiável

Três fabricantes de motores desenvolveram turbofans mais eficientes e silenciosos para o 777. A General Electric fornece a série GE90; a Rolls-Royce oferece o Trent 800 e a Pratt & Whitney traz a série PW4000. Para os modelos 777 de maior alcance e o cargueiro, a GE é a fornecedora exclusiva de motores, com os seus GE90-115B e GE90-110B. Todos os três tipos de motores trazem excelente economia de combustível.
Os principais fatores responsáveis por esse desempenho são as novas ventoinhas (fans) com diâmetro maior, com design das pás da ventoinha (fan) tipo wide-chord e taxa de contorno (bypass rate) que vai de seis-para-um até nove-para-um. Isso é semelhante à taxa cinco-para-um típica dos motores das antigas aeronaves de dois corredores.

Design mais leve

O 777 usa materiais estruturais leves e de menor custo, que reduzem o peso geral da aeronave e contribuem para a economia de combustível do 777. Uma liga de alumínio aperfeiçoada, por exemplo, é usada na estrutura superior das asas e nas longarinas de reforço (stringers). Conhecida como 7055, essa liga proporciona maior capacidade de compressão do que as ligas anteriores, possibilitando a redução do peso e o aumento da resistência à corrosão e ao desgaste.
Os avanços no desenvolvimento e na fabricação de compostos avançados, que visam a redução do peso, são evidentes no 777. Fibras de carbono embutidas em resinas endurecidas, recentemente desenvolvidas, são encontradas nas caudas verticais e horizontais. As traves do piso da cabine de passageiros também são feitas com esses modernos materiais compostos.
Outras aplicações dos compostos incluem as estruturas secundárias, tais como os mecanismos dos flaps de aerodinâmica. Os compostos, que incluem resinas e adesivos, representam 9% do peso estrutural do 777. Esse é o mesmo tipo de material composto usado no 787 Dreamliner.

Deque de voo e sistemas da aeronave

Em resposta à preferência das companhias aéreas, o layout do deque de voo do 777 tem formato horizontal, semelhante ao do 747-400. As principais informações de voo, navegação e motores aparecem em seis amplas telas.
Apesar da aparência parecida com a das telas de CRT (tubo de raios catódicos), elas incorporam uma avançada tecnologia de display de cristais líquidos. A profundidade das novas "telas planas" é quase metade daquela exibida pelos CRTs. Além de economizar espaço, as novas telas pesam menos e consomem menos energia. Elas também geram menos calor, contribuindo para uma maior confiabilidade e maior vida útil. Como um benefício extra, as telas não requerem os pesados e complexos aparelhos de ar condicionado usados para esfriar os equipamentos nos deques de voo antigos. Os pilotos se mostram satisfeitos com as telas do painel que são claramente visíveis em todas as condições, mesmo sob luz solar direta.
Três telas de controle múltiplo (CDU), instaladas no pilar do corredor central exibem e permitem a inserção de dados para funções de gestão do voo. Essas unidades são a interface principal entre o Sistema de Gestão de Informações da Aeronave (AIMS). Os CDU são telas coloridas, novamente para atender às preferências do mercado. As cores ajudam os pilotos a entenderem as informações mais rapidamente.
O sistema AIMS fornece aos membros da tripulação e manutenção todas as informações relevantes sobre a condição geral da aeronave, a necessidade de manutenção e as principais funções operacionais, inclusive a gestão do voo, empuxo e comunicações.
A tripulação transmite comandos de controle e manobras por meio de cabos elétricos, amplificados por computadores, diretamente aos atuadores hidráulicos dos elevadores, leme, ailerons e outras superfícies de controle. Esse sistema de controle de voo “fly-by-wire” de três eixos simplifica a montagem na fábrica, em relação aos sistemas mecânicos convencionais que usam cabos de aço, requerendo menos peças sobressalentes e menos manutenção da companhia aérea.
Uma parte importante dos sistemas do 777 é um barramento de dados digitais de transmissão bi-direcional, patenteado pela Boeing, que foi adotado como novo padrão da indústria: o ARINC 629. Ele permite que os sistemas e computadores da aeronave se comuniquem um com o outro por meio de um único par de fios (um par de fios trançados) em vez de conexões separadas contendo um fio cada uma. Isso simplifica ainda mais a montagem e reduz o peso, aumentando a confiabilidade graças à redução da quantidade de fios e conectores. Há 11 desses arranjos ARINC 629 no 777.
O 777 foi o primeiro modelo da Boeing a ser equipado com o Sistema Avançado de Alerta de Proximidade ao Solo (Enhanced Ground Proximity Warning System - EGPWS) como equipamento padrão. O EGPWS mostra a iminência de contato com o solo e emite um alerta sonoro em até um minuto antes do contato, contra os 10 a 15 segundos dos sistemas anteriores. Ele incorpora um mapa digital proprietário, o qual continuamente compara com os dados sobre a posição da aeronave, obtidos do sistema de navegação.
Uma característica singular do deque de voo do 777-300ER e do 777-300 é o Sistema de Câmeras para Manobras em Solo (Ground Maneuver Camera System - GMCS), desenvolvido para ajudar o piloto nas manobras do 777-300 em solo, com imagens do trem de pouso do nariz e das principais áreas de pouso. As câmeras ficam na ponta dianteira dos estabilizadores horizontais esquerdos e direitos e no lado de baixo da fuselagem, sendo usadas durante as manobras em solo.  As imagens são exibidas nas posições de display multi-funcionais no deque de voo com a imagem dividida em três seções.

Boeing Signature Interior - Preferido pelos Passageiros

Além de exibir uma das cabines de passageiros mais espaçosas já desenvolvidas,  o Boeing Signature Interior – o interior do 777 permite flexibilidade de configuração sem igual para as operadoras. Algumas zonas de flexibilidade foram incorporadas às áreas da cabine especificadas pelas companhias aéreas, principalmente nas portas da aeronave. As copas e lavatórios podem ser posicionados em qualquer lugar dentro dessas zonas, dentro de certos limites em centímetros, sendo tais zonas pré-estruturadas para acomodar fios, tubos e peças de conexão. As unidades de serviços aos passageiros e os compartimentos superiores de bagagem foram desenvolvidos para uma remoção rápida, sem danificar os painéis do teto, os dutos de ar condicionado e a estrutura de suporte. Uma alteração típica na configuração do 777 deve levar, no máximo, 72 horas, sendo que a mesma alteração poderia levar de duas a três semanas em outras aeronaves.
Os grandes compartimentos superiores oferecem aos passageiros maior espaço para sua bagagem. As unidades de acondicionamento externo e central foram desenvolvidas para abrir para baixo, para fácil carregamento. Quando fechadas, elas se ajustam perfeitamente aos contornos da arquitetura interna, proporcionando um maior espaço nos compartimentos superiores.
Para um serviço de bordo melhor e mais eficiente, o 777 vem equipado com um avançando sistema de gestão da cabine. Conectada a um painel de controle computadorizado, o sistema de gestão da cabine ajuda a tripulação em suas várias tarefas e possibilita a oferta de novos serviços pelas empresas aéreas aos passageiros, inclusive sistema de som digital, comparável aos mais avançados sistemas de som domésticos e toca CDs.
As pesquisas feitas com passageiros em rotas de longa distância continuam a mostrar que esses passageiros preferem viajar no 777 em vez de outras aeronaves.

Trem de pouso

O trem de pouso principal do 777 é um arranjo de dois pilares, com capacidade para seis pneus, ao invés da unidade convencional de quatro pneus. Isso compõe um trem de pouso principal com doze pneus, para uma melhor distribuição do peso nas pistas de rolamento e taxiamento, também evitando a necessidade de um trem complementar de dois pneus sob o centro da fuselagem. O trem de pouso do 777 é o maior já incorporado a uma aeronave comercial.
O 777 de longo alcance possui um novo e superior trem de pouso. Devido ao seu maior comprimento, o 777-300ER usa um novo trem de pouso do tipo semi-levered.

Alta confiabilidade e qualidade

Um novo design e iniciativas de teste ajudaram a garantir os mais altos níveis de confiabilidade já no primeiro 777, comparado o que teria sido possível em outras aeronaves lançadas no mercado anteriormente. As operadoras atuais do 777 exibem uma taxa de confiabilidade de 99% na entrega, algo insuperável no setor.
As equipes de desenvolvimento e construção, que reúnem representantes das diversas disciplinas envolvidas no desenvolvimento de uma aeronave, além de fornecedores e representantes das companhias aéreas, permitiram que os membros das equipes trabalhassem simultaneamente no desenho estrutural e dos sistemas.







CÉUS CAVOK A TODOS VOCÊS!


BOEING 747 ( FAMÍLIA )


A Família 747-8 da Boeing

O 747-8 Intercontinental e o 747-8 Freighter são as novas aeronaves de alta capacidade da Boeing, que oferecem às companhias aéreas os menores custos operacionais e as maiores vantagens econômicas entre todas as aeronaves de passageiros e de cargas de sua classe - oferecendo ainda um melhor desempenho ambiental.
Essa recente família de aviões 747 atende à demanda das companhias aéreas por uma aeronave voltada ao mercado de 400 a 500 assentos, situado entre os aviões Airbus A-380 e o Boeing 777-300ER, e por um cargueiro que mantenha a liderança da família 747 Freighter no mercado mundial de transporte de cargas.
A Boeing analisou a viabilidade de mercado do novo 747 por algum tempo, trabalhando com as empresas aéreas para chegar as suas especificações de um 747 maior, de maneira a manter a lucratividade das frotas atuais de 747. Trabalhando em conjunto com seus clientes e adotando as recentes e inovadoras tecnologias do 787 Dreamliner, a Boeing criou a família 747-8. De fato, o nome 747-8 foi escolhido para mostrar a ligação tecnológica entre o 787 e o novo 747. O programa 747-8 foi lançado em 14 de novembro de 2005, com pedidos firmes para 18 aeronaves 747-8F (versão cargueiro): 10 para a Cargolux de Luxemburgo e 8 para a Nippon Cargo Airlines do Japão.
Tanto a versão para passageiros como a versão para cargas do 747-8 ajudam as operadoras a aumentar a sua lucratividade. O novo 747-8 Intercontinental tem 66 assentos adicionais que acomodam 410 passageiros na configuração típica de três classes e oferece um volume de carga 15% maior. A aeronave também traz um interior totalmente renovado, inspirado do 787 Dreamliner, e uma escada reconfigurada.
A Boeing entregou o primeiro 747-8 Intercontinental para um cliente não revelado da Boeing Aviação Executiva em 28 de fevereiro de 2012. A Lufthansa foi a primeira companhia aérea a receber o 747-8 Intercontinental em 25 de abril de 2012.
O 747-8 Freighter não tem concorrentes. O primeiro foi entregue ao primeiro cliente, a Cargolux, no dia 12 de outubro de 2011. Com capacidade estrutural máxima para cargas de 137,7 toneladas métricas (137,750 kg) ou 151,8 toneladas (303,700 libras), incluindo o peso de tara, o 747-8F (versão cargueiro) oferece 16% a mais de receita em volume de carga do que o 747-400F. Os 120 m³ extras de volume significam que a aeronave consegue acomodar quatro pallets de carga no deck principal e três pallets no deck inferior.
O 747-8 Freighter tem alcance de 7.600 km (4.100 milhas náuticas), permitindo às operadoras escolher entre transportar mais carga - até 24 toneladas métricas (26 toneladas) a mais - ou voar até 1.850 km (1.000 milhas náuticas) em mercados com menor demanda por maiores volumes de carga. A aeronave herdou a lendária eficiência de sua antecessora, com custos de viagem praticamente equivalentes e custos da tonelagem por milha menores do que os do 747-400 F (versão cargueiro).
As duas versões da aeronave – para passageiros e para carga – representam uma nova referência em economia de combustível e redução de ruído, de forma que as companhias aéreas possam reduzir custos com combustível e voarem para mais aeroportos mais vezes por dia. O 747-8 Intercontinental oferece uma melhoria de dois dígitos no consumo de combustível em comparação ao 747-400 e produz 30% menos ruído com padrão QC2 para decolagens e QC1 para pousos. O 747-8 foi desenvolvido para operar com segurança em qualquer aeroporto que já ofereça os serviços do 747-400. O 747-8 utiliza a capacidade atual dos 747-400 de voar para a maioria dos aeroportos do mundo, requerendo o mesmo tipo de qualificação de pilotos, serviços e equipamentos de suporte em terra. Com alcance de 14.310 km (7.730 milhas náuticas), o 747-8 Intercontinental pode realizar conexões entre, praticamente, qualquer par de cidades do mundo.
O 747-8 tem o tamanho ideal para o mercado de aeronaves de grande porte, reduzindo o risco para as companhias aéreas que operam num ambiente altamente instável.







CÉUS CAVOK A TODOS VOCÊS!



BOEING 737-800 NG


Produtiva, Progressiva, Flexível e Familiar

As aeronaves da família 737 Next-Generation – os modelos 737-600/-700/-800/-900ER – mantêm a popularidade e a confiabilidade do 737 como jato de transporte comercial. A família Next-Generation já conta com mais de 6.200 aeronaves encomendadas e, juntas, as encomendas da família 737 ultrapassam 9.300 unidades. Até 31 de dezembro de 2011, a Boeing entregou mais de 7.000 aeronaves 737 e naus de 3.800 737 Next-Generation. Em 2011, a Boeing manteve o recorde anual com 372 aeronaves entregues.

Dois modelos de aeronave entregues em 2007

Dois modelos da aeronave 737 Next-Generation foram certificados e entraram em serviço em 2007.
O modelo 737-900ER (Extended Range) foi lançado em 18 de julho de 2005, com 30 aeronaves encomendadas pela indonésia Lion Air. A aeronave foi certificada pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) em 20 de abril de 2007, e validada pela agência reguladora indonésia em 26 de abril. A Lion Air recebeu sua primeira aeronave 737-900ER em 27 de abril de 2007. A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA, na sigla em inglês) concedeu sua certificação em 22 de abril de 2008.
O modelo 737-700ER foi lançado em 31 de janeiro de 2006, quando a All Nippon Airways (ANA) converteu uma encomenda de duas aeronaves para o novo modelo. Inspirada nos jatos executivos da Boeing, essa versão foi criada para aplicações comerciais de longo alcance e tem o maior alcance de toda família de 737 para uso comercial. A certificação da FAA foi concedida em 1 de fevereiro de 2007 e a agência reguladora japonesa validou o modelo logo depois. A ANA recebeu sua primeira 737-700ER em 14 de fevereiro de 2007 e, a segunda, em 16 de agosto.

Os três primeiros modelos Next-Generation foram entregues entre 1997 e 1998

A Boeing certificou e entregou os três primeiros modelos da família Next-Generation em menos de um ano.
O modelo 737-700 foi lançado em novembro de 1993, com 63 aeronaves encomendadas pela Southwest Airlines. Em 7 de novembro de 1997, o 737-700 recebeu a certificação de tipo da FAA. A primeira aeronave foi entregue em dezembro do mesmo ano. As Autoridades Comuns da Aviação da Europa (JAA, na sigla em inglês) validaram o modelo em 19 de fevereiro de 1998.
O segundo modelo, o 737-800, foi lançado em 5 de setembro de 1994, com compromissos de compra de mais de 40 aeronaves. O 737-800 recebeu a certificação da FAA em 13 de março de 1998 e a validação de tipo da JAA em 9 de abril. A primeira entrega foi para a aérea alemã Hapag-Lloyd, no primeiro semestre de 1998.
A companhia aérea Scandinavian Airlines (SAS) foi a primeira a companhia a voar o terceiro modelo, o 737-600, em 15 de março de 1995, ao encomendar 35 unidades da aeronave. O 737-600 recebeu a certificação de tipo da FAA em 14 de agosto de 1998 e foi validado pela JAA em 4 de setembro. A primeira aeronave 737-600 foi entregue à SAS no terceiro trimestre de 1998.
De 1997 a 2003, a Boeing ofertou o modelo 737-900. Foram entregues 52 aeronaves, a seis clientes. O modelo foi lançado pela Alaska Airlines, que recebeu a primeira de suas 10 aeronaves em maio de 2001. Os clientes começaram a encomendar seu sucessor, o 737-900ER, um modelo de maior capacidade e alcance, em 2005.

Entregar valor aos clientes é fundamental

O 737, um modelo de curto a médio alcance, baseia-se em uma importante filosofia da Boeing – oferecer valor agregado às companhias aéreas, com confiabilidade, simplicidade e menor custo de operação e manutenção. Além disso, os modelos 737 mais recentes oferecem uma moderna cabine de pilotagem, equipada com a mais avançada tecnologia de navegação atualmente disponível. As companhias aéreas têm a opção de disponibilizar às suas tripulações de voo o mais recente formato de visor, comum em modelos como o 777, ou manter os dados no mesmo formato dos primeiros modelos 737.

Uma família de aeronaves com diferentes opções de tamanho

A família 737 Next-Generation é oferecida hoje em quatro tamanhos, comportando de 110 a 220 assentos. O 737-600 é o menor membro da família e comporta de 110 a 132 passageiros. O 737-700 pode transportar de 126 a 149 passageiros. O 737-800 acomoda de 162 a 189 passageiros. Por fim, o 737-900ER, o mais longo dos 737s, pode transportar até 178 passageiros – em uma configuração de duas classes – e possui certificação para até 220 passageiros na configuração com uma classe.

Ouvindo os clientes

Os clientes envolvidos no desenvolvimento dos modelos 737 Next-Generation deixaram algo muito claro: queriam uma tecnologia avançada que proporcionasse simplicidade, confiabilidade e baixo custo – não queriam a tecnologia apenas pela tecnologia. Elas também queriam uma cabine de pilotagem como a dos primeiros 737s.
Além dos clientes, os mecânicos-chefe da Boeing e os mecânicos de campo também participaram do desenvolvimento das aeronaves.

Uma asa maior, mais alcance e mais velocidade

Os modelos 737-600/-700/-800/-900ER incorporam um novo desenho de asa, altamente tecnológico, que ajuda a aumentar a capacidade e a eficiência energética da aeronave, dois fatores que aumentam o alcance do avião. A corda de cada asa é cerca de 50 centímetros (20 polegadas) maior; a envergadura total também é aproximadamente 5,5 metros (18 pés) maior. A área total da asa é 25% maior, chegando a 125 m2 (1.341 ft2), ampliando em 30% a capacidade dos tanques de combustível, que passa a ser de 26.020 litros (6.875 galões).
A nova tecnologia Blended Winglets, disponível nos modelos 737-700, -800 e -900ER, melhora ainda mais o desempenho da aeronave. As pontas de asa de 2,4 metros (8 pés) de comprimento permitem um maior alcance, aumentam a eficiência energética e melhoram o desempenho da aeronave na decolagem; paralelamente, reduzem as emissões de carbono, os custos de manutenção do motor e o nível de ruído.
Os modelos 737 Next-Generation percorrem aproximadamente 5.500 quilômetros (3.000 milhas náuticas), ou seja, 900 milhas náuticas a mais do que os primeiros modelos 737. Isso aumenta as opções de rota para o 737 em todo o mundo. O 737-700ER possui nove tanques de combustível auxiliares e tem alcance máximo de 5.785 milhas náuticas.
O moderno desenho do aerofólio da asa permite que a aeronave atinja a velocidade de cruzeiro a Mach .78.
As aeronaves 737 Next-Generation podem voar em cruzeiro a uma altitude máxima 12.500 metros (41.000 pés), contra os 11.300 metros (37.000 pés) dos modelos 737-300/-400/-500 e 11.900 metros (39.000 pés) dos modelos da concorrência.

Tecnologia de motor avançada

Em abril de 2009, a Boeing e a CFM introduziram o CFM56-7-7BE, um novo programa de melhoria de motor que coincidiria com os aprimoramentos na fuselagem do 737. Essa combinação reduz o consumo de combustível em 2%.
As mudanças no hardware do motor da CFM melhoram o fluxo do ar – o motor opera a temperaturas menores, o que resulta em uma redução de 1% no consumo de combustível. As melhorias estruturais realizadas pela Boeing na aeronave reduzirão o arrasto, baixando o consumo de combustível em cerca de 1%. Combinadas, essas melhorias promovem também uma redução de 2% nas emissões de carbono.
Dependendo da taxa de empuxo do motor, o novo motor proporciona uma redução de 4% nos custos de manutenção.
O motor CFM 56-7BE foi introduzido na linha de produção da Boeing em meados de 2011. A Boeing introduzirá as melhorias na fuselagem na linha de produção à medida que elas forem sendo disponibilizadas; a previsão é que todas estejam implantadas até o final de 2012.
Em 2007, a CFM lançou um pacote de inclusão tecnológica para o motor CFM56-7B. O motor Tech Insertion reduz o consumo de combustível em 1% ao longo da vida do motor e baixa os custos de manutenção em 12% ao tornar a manutenção da asa mais espaçada e aumentar a durabilidade. O motor Tech Insertion também reduz as emissões de óxido nitroso em 25%.
A CFM é uma joint venture entre a americana General Electric Co., e a francesa Snecma. Todos os seus motores atendem os rígidos padrões internacionais de emissão e de ruído.
Os motores CFM56-7 originais – certificados pela FAA no final de 1996 com 26.400 libras de empuxo – também oferecem menor queima de combustível e custos de manutenção menores. O CFM56-7B tem uma capacidade de empuxo maior do que os motores CFM56-3C presentes nos modelos 737-300/-400/-500. Para um melhor aproveitamento do empuxo do motor, os novos modelos do 737 trazem uma barbatana vertical e um estabilizador horizontal maiores.

Estreia do Boeing Sky Interior no 737

Baseado em anos de pesquisa inspirada pela experiência de viajar, o Boeing Sky Interior do 737 traz laterais esculpidas e arcos de janela que atraem a atenção dos passageiros para as janelas da aeronave, aproximando-os ainda mais da experiência de voar.
Esse design interno oferece compartimentos de bagagem mais espaçosos e que giram para cima, contribuindo para tornar a cabine mais espaçosa. Com isso, os passageiros têm mais espaço para guardar seus pertences de mão próximos ao assento, o que resulta em maior conveniência e espaço para as pernas.
A Boeing redesenhou os interruptores da luz de leitura; assim, os passageiros conseguem localizá-los mais facilmente e evitam pressionar, acidentalmente, o botão para chamar os comissários de bordo.
Alto-falantes integrados em cada fila da unidade de serviço dos passageiros melhoram o som e a clareza dos anúncios da tripulação. Já a nova grade de ar é inviolável, o que aumenta a segurança operacional.
As aeronaves 737 com o novo Boeing Sky Interior começaram a ser entregues em outubro de 2010.

Aprimoramento contínuo

O programa 737 Next-Generation avalia e incorpora continuamente tecnologias de valor agregado e inovações de design, visando a melhoria do desempenho e das capacidades da aeronave. Nos modelos mais recentes, o desempenho da aeronave em pistas curtas foi melhorado para aumentar a capacidade de carga útil e permitir decolagem e aterrisagem em pistas menores. Além disso, esse novos modelos contam com freios de carbono para diminuir o peso da aeronave e melhorar seus custos operacionais.
Outras mudanças seriam o visor com tecnologia de ponta e o software de gerenciamento de voo que permite que a aeronave opere nas rotas de navegação mais restritas por meio de um sistema RNP – sigla em inglês para performance de navegação requerida – líder na indústria. O 737 Next-Generation é a primeira aeronave comercial certificado para aterrisagem por GPS, que utiliza satélites para tornar os pousos mais eficientes, precisos e ecológicos.
A cabine de pilotagem do 737 Next-Generation é equipada com diferentes tecnologias, entre as quais, a do Vertical Situation Display, que mostra a rota atual e prevista da aeronave e indica possíveis conflitos com terreno, e a do Head-Up Display, que mostra informações de voo e segurança na altura dos olhos dos pilotos, tornando-as mais facilmente visíveis . Esses recursos opcionais são alguns exemplos de como o 737 Next-Generation foi projetado para reduzir os atrasos nos voos, aumentar a segurança e a eficiência da tripulação.
As opções Electronic Flight Bag e Maintenance Performance Toolbox, disponíveis através dos Serviços da Boeing Aviação Comercial, são outros recursos que aumentam a eficiência operacional de voo e da manutenção da aeronave.








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BOEING 737 MAX


Nova Família 737 MAX da Boeing – Eficiência, Confiabilidade, Atrativos para Passageiros

A mais nova família de aeronaves da Boeing – 737 MAX 7, 737 MAX 8 e 737 MAX 9 – exibe as características que trouxeram popularidade e confiabilidade à versão 737 Next Generation, aliadas à superior economia de combustível no segmento de aeronaves de corredor único. O desenvolvimento do 737 MAX caminha conforme programado, estando a configuração final da aeronave planejada para 2012, o primeiro voo para 2016 e o início das entregas aos clientes em 2017.

Máxima eficiência

O 737 MAX proporcionará às companhias aéreas a grande economia de combustível que esperam para o futuro. A aeronave traz um novo motor, o LEAP-1B da CFM International, que reduz a queima de combustível e as emissões de CO2 em 13%, quando comparado à maioria das aeronaves de corredor único mais econômicas da atualidade. As atualizações recentes no design da aeronave, inclusive o winglet desenvolvido com moderna tecnologia, reduzirão o arrasto e realçarão ainda mais o desempenho do 737 MAX, principalmente em rotas de longa distância.
Quando comparado a uma frota de 100 das aeronaves mais econômicas do mercado, esse novo modelo emitirá 350 mil toneladas a menos de CO2 e economizará mais de 250 milhões de libras de combustível por ano, o que significa uma redução de mais de US$112 milhões nos custos. A queima de combustível do 737 MAX 8 deve ficar 8% abaixo por assento em relação ao futuro concorrente.
O 737 MAX ampliará a vantagem sobre o 737 Next Generation em termos de alcance, com capacidade para voar mais de 3.500 milhas náuticas (6.510 km), um aumento de 405-580 mn (750-1.075 km) em relação ao seu antecessor. Com um menor peso operacional vazio, mas com maior peso máximo de decolagem, os clientes poderão aumentar a carga ou o alcance da aeronave além do que a concorrência pode oferecer.
Somados, a maior eficiência estrutural, o menor empuxo do motor e a menor necessidade de manutenção trarão grandes vantagens aos clientes em termos de custos. O 737 MAX 8 terá o menor custo operacional* do segmento de corredor único, com uma vantagem de 8% por assento sobre o A320Neo.
O 737 MAX incorporará a mais recente tecnologia de motor silencioso, que reduzirá em 40% o ruído do motor da aeronave. As emissões de óxido de nitrogênio (Nox) ficarão aproximadamente 50% abaixo dos limites estabelecidos pelo Comitê de Proteção Ambiental na Aviação (CAEP) da Organização Internacional de Aviação Civil (ICAO).

Máxima confiabilidade

O 737 MAX manterá a confiabilidade herdada da aeronave que detém o recorde mundial atual, o 737 Next-Generation, que tem 99.7% de seus voos prontos para decolar em, no máximo, 15 minutes do horário previsto. A pontualidade é o principal fator que influencia a percepção dos passageiros em voos de curta duração, reduzindo também os custos com manutenção, voo e tripulação.
A superioridade do design do 737 se traduz num menor número de passageiros sujeitos a transtornos todos os anos quando voam um Boeing 737 em relação à concorrência. Para uma frota de 100 aeronaves 737 Next-Generation que realizam cinco voos por dia, os Boeing 737 apresentarão 590 atrasos a menos e trarão transtornos a 66.600 passageiros a menos, quando comparada a uma frota de aeronaves A320.  Enquanto a Boeing realiza as atualizações necessárias para garantir aos seus clientes a economia de combustível que desejam para o futuro, o 737 MAX manterá a confiabilidade superior do design do 737 Next-Generation.

Máxima atratividade para os passageiros

O Boeing Sky Interior, o preferido dos passageiros, será o modelo padrão de interior das aeronaves 737 MAX. Com base em anos de pesquisa sobre a experiência de voar, o Boeing Sky Interior das aeronaves 737 trazem paredes novas com arquitetura moderna e características atraentes, que conduzem o olhar dos passageiros para as janelas da aeronave, aumentando o prazer de voar.
O interior também conta com compartimentos superiores de bagagem que giram para cima e realçam a amplitude da cabine. Os compartimentos oferecem espaço para que mais passageiros guardem sua bagagem de mão perto de seu próprio assento, proporcionando-lhes mais conveniência e mais espaço para esticarem as pernas.
A Boeing reconfigurou os interruptores de luz de leitura para que os passageiros os encontrem com mais facilidade e para evitar que apertem o botão para chamar os comissários por acidente.
Os alto-falantes integrados às poltronas dos passageiros em cada fileira melhoram a qualidade e a clareza dos anúncios feitos pela tripulação, e as novas saídas de ar para a cabine são seladas, aumentando a segurança durante as operações.






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